Autores: A Bandura, AK Eriksen, B Gardner, B Verplanken, C Bosco, C Renzi, FC Hamdy, G Godin, GA Borg, GJ Koelwyn, HH Kyu, HJ Tan, J Sim, L Bourke, LA Kaminsky, MR Law, R Horne, SM Eldridge, T Hvid, T Kroll, T Li, TJ Wilt, WC Willett, YL Le
Publicado: 14 de maio de 2018
Num estudo clínico randomizado, multicêntrico e em aberto, envolvendo 50 homens com cancro da próstata localizado de risco baixo/intermédio, que foram aleatoriamente distribuídos para 12 meses de treino físico (n=25) ou cuidados habituais com aconselhamento sobre atividade física (n=25), 92% completaram as avaliações. O grupo que realizou treino físico atingiu uma média de 140 minutos por semana (IC 95%: 129–152 min), correspondendo a 94% da dose-alvo, a uma frequência cardíaca máxima de 75%. O exercício físico resultou numa redução média da massa corporal de 2,0 kg (IC 95%: -2,9, -1,1), numa redução da pressão arterial sistólica de 13 mmHg (IC 95%: 7, 19), numa redução da pressão arterial diastólica de 8 mmHg (IC 95%: 5, 12) e numa melhoria da qualidade de vida em 13 pontos na escala EQ-5D (IC 95%: 7, 18). Apenas 3 homens necessitaram de terapia invasiva (2 no grupo dos cuidados habituais). Não ocorreram eventos adversos graves.
