Autores: Allegra, Awan, Awan, Bessell, Betz, Bhoopathi, Bossuyt, Brinkmann, Brocklehurst, Buchen, Burkhardt, Cancela-Rodriguez, Chen, Cheng, Cheng, Conway, Delavarian, Divani, Driemel, Driemel, Driemel, Du, Ebenezar, Epstein, Epstein, Faggiano, Farah, Farah, Fedele, Ferlay, Furness, Garg, Glenny, Gomez Serrano, Guneri, Gupta, Hegde, Hohlweg-Majert, Holmstrup, Jayaprakash, Koch, Koch, Kulapaditharom, Landis, Lane, Lee, Leeflang, Leunig, Levine, Li, Li, Lingen, Liu, Lodi, Macaskill, Macfarlane, Majumder, Mallia, Maraki, Maraki, Mashberg, McIntosh, Mehanna, Mehrotra, Mehrotra, Mehrotra, Mojsa, Nagaraju, Napier, Navone, Navone, Navone, Navone, Ng, Nieman, Onizawa, Onofre, Park, Parkin, Patton, Petti, Poate, Rahman, Ranaa, Reboiras-López, Reibul, Reitsma, Remmerbach, Remmerbach, Remmerbach, Remmerbach, Remmerbach, Rethman, Rusthoven, Sandler, Scheer, Scheifele, Schwarz, Sciubba, Scully, Scully, Scully, Scully, Seijas-Naya, Seoane Lestón, Sharwani, Sharwani, Shklar, Silverman, Silverman, Stell, Svirsky, Swider, Tang, Tilley, Torres-Rendon, Ujaoney, Upadhyay, Vecchia, Waal, Walsh, Wang, Warnakulasuriya, Warnakulasuriya, Warnakulasuriya, Whiting, Wyatt
Publicado: 1 de maio de 2015
Uma revisão sistemática de 41 estudos, envolvendo 4002 participantes, avaliou a precisão diagnóstica de testes complementares para detetar cancro oral e potenciais distúrbios malignos em pacientes com lesões clinicamente evidentes. A citologia oral demonstrou a maior precisão global, com uma sensibilidade de 0,91 (IC de 95%: 0,81 a 0,96) e uma especificidade de 0,91 (IC de 95%: 0,81 a 0,95) em 12 estudos. A coloração vital apresentou uma sensibilidade de 0,84 (IC de 95%: 0,74 a 0,90) e uma especificidade de 0,70 (IC de 95%: 0,59 a 0,79) em 14 estudos. A deteção baseada na luz teve uma sensibilidade de 0,91 (IC de 95%: 0,77 a 0,97), mas uma especificidade inferior de 0,58 (IC de 95%: 0,22 a 0,87) em 11 estudos. A revisão confirma que as lesões clinicamente evidentes requerem biópsia e avaliação histológica por um profissional, uma vez que nenhum teste complementar pode substituir o padrão diagnóstico atual.