Autores: Acquavella, Aragones, Blackburn, Blair, Boeing, Boeing, Buiatti, Burns, Chen, Chow, Correa, Correa, Correa, Crew, Danesh, De Stefani, De Stefani, De Stefani, De Stefani, Derakhshan, Dorant, Dorzhgotov, Drake, Ekstrom, Engel, Eslick, Ferlay, Forman, Forman, Fox, Galanis, Gao, Goldbohm, Gonzalez, Gonzalez, Haenszel, Hamada, Harrison, Helicobacter and Cancer Collaborative Group, Honda, Howard, Huang, IARC, IARC, IARC, Inoue, Ito, Jansen, Joossens, Kamineni, Karmali, Kim, Kinlen, La Vecchia, La Vecchia, Lauren, Lee, Lissowska, Lissowska, Lopez-Carrillo, Machida-Montani, Mathew, Munoz, Munoz, Nomura, Palli, Parent, Parkin, Parsonnet, Rao, Rigdon, Rocco, Sadjadi, Sadjadi, Sadjadi, Samadi, Sitas, Takezaki, Touati, Tsugane, Uemura, Vineis, Ward, Watanabe, World Cancer Research Fund, American Institute for Cancer Research, Xue, Yatsuya, Yazdanbod, You
Publicado: 1 de julho de 1388
Em um estudo caso-controle de base populacional com 217 casos de câncer gástrico e 394 controles de Ardabil, Irã (2004–2005), o consumo de chá quente foi significativamente associado a um risco aumentado de câncer gástrico (OR = 2,85 para preferência por chá quente). Além disso, a concentração elevada de chá foi associada independentemente a um risco elevado (OR = 2,64). Ambas as associações foram significativas na análise multivariada, após ajuste para outros fatores dietéticos, presença de H. pylori e variáveis demográficas.