Autores: Brewster, David H., Carey, Francis A., Fraser, Callum G., Lang, Jaroslaw, Stanners, Greig, Steele, Robert J. C.
Publicado: 23 de junho de 2016
Numa coorte de 772.790 indivíduos com idades entre 50 e 74 anos convidados para o Programa Escocês de Rastreio do Cancro do Intestino (2007-2009), os cancros detetados pelo rastreio (CR) foram diagnosticados em fases significativamente mais precoces do que os cancros em não participantes (NPC): 33,9% dos CR estavam na fase A de Dukes, em comparação com apenas 11,3% dos NPC. Foram identificados 555 CR, 502 cancros de intervalo e 922 NPC através da ligação dos registos de rastreio com o Registo Escocês do Cancro. A sensibilidade do teste de rastreio foi de aproximadamente 50%, o que significa que, embora o rastreio deixe de detetar alguns cancros, aqueles que deteta são identificados em fases mais precoces e com um prognóstico mais favorável.
